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Resenha de mangá: Negima nº27
Por Renato Lebeau | outubro 14, 2008
Texto de: Fabricio Altran
Depois do ritmo frenético do volume anterior, com o fim do torneio Mahora, a série retoma o tom bem-humorado que marcou seu início e sua predecessora Love Hina.
Aqui, temos como coadjuvantes centrais duas alunas que tiveram alguns momentos de destaque na série e uma que apareceu rapidamente em volumes anteriores: Chachamaru, Chisame e Ako respectivamente.
As coadjuvantes da série são muito encantadoras, em especial Chisame, que nesse volume demonstra uma certa bipolariedade, Chachamaru, um robô apaixonado e Ako (a menos notável da edição), uma garota que tem consciência de ser apenas coadjuvante na história.
Num geral, a série tem uma variação muito brusca de ritmos, ora muito intensa, ora muito pastelão, o que acaba gerando uma certa estranheza na leitura. É o exemplo desse volume, que trás um ritmo muito mais lento e cômico, do que a final eletrizante da edição 26.
Para alguns, pode ser um ponto negativo, por parecerem séries distintas, para outros pode soar como um respiro de alívio entre sagas emocionantes.
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